O que fazer quando chove? Nossas ideias de atividades em família
JACK & MANI
A chuva prende todo mundo em casa? Não entre em pânico. Veja como transformar uma tarde cinzenta em um momento memorável, a começar pela nossa atividade preferida: uma verdadeira investigação para resolver em família, sem instalar nada.
Escolha uma investigação
Do sofá, comece um caso para resolver. Tudo acontece no navegador, sem instalar nada.

Interrogue os suspeitos
Seus filhos fazem suas perguntas por escrito, observam as reações e anotam cada pista.
Desmascare o culpado
Cruzamos as pistas em família, debatemos e apontamos o culpado.
Quando chove, o desafio é entreter a família inteira sem que o dia vire um desfile de desenhos animados. Uma investigação marca todos os pontos: começa em um minuto, sem material nem preparação, joga-se no aconchego a partir de um celular ou de um computador e cativa tanto as crianças quanto os pais. Acima de tudo, reúne todo mundo em torno de um mesmo objetivo: encontrar o culpado. A tarde chuvosa se torna uma verdadeira aventura e ninguém vê o tempo passar.
Nem todo tempo de tela é igual. Em uma investigação, a criança lê pistas, formula suas perguntas por escrito, raciocina e deduz: é uma tela ativa, não um consumo passivo. Você pode jogar junto, ler as pistas em voz alta e debater os suspeitos, ou deixá-la conduzir o caso com autonomia. Tem como oferecer uma atividade sem culpa, e ainda aproveitar para introduzir um pouco de leitura e escrita.
A começar pela nossa favorita, depois alguns clássicos para alternar ao longo da tarde.
Comece uma investigação Jack & Mani do sofá: as crianças interrogam os suspeitos, seguem as pistas e desmascaram o culpado. A partir de 8 anos com autonomia, mais cedo em dupla. Conte com 30 a 60 minutos por investigação, com pausa quando quiser.
Retire três ou quatro clássicos (corrida de cavalinhos, jogo da memória, baralho) e improvise um campeonato: um ponto por partida vencida, um pequeno troféu no fim. A partir de 4-5 anos conforme os jogos, e isso facilmente segura duas horas.
Cookies, biscoitos amanteigados ou bolo do lanche: uma receita simples, uma tigela e algo para medir. Os pequenos despejam e misturam, os grandes cuidam do forno. Trinta minutos de preparo, e a gente saboreia às quatro horas.
Almofadas, lençóis, prendedores de roupa e um cordão de luzes: estende-se um cobertor entre duas cadeiras e o forte está pronto. Perfeito para os 3-7 anos, que depois brincam ali sozinhos por horas.
Desenho, pintura, massinha de modelar ou artesanato com o que se tem à mão (rolos de papelão, adesivos, revistas velhas). Dê um tema para reacender a imaginação. Dos 3 anos à adolescência, cada um no seu nível.
Manta, pipoca e um filme escolhido por todos juntos: cada um propõe, a gente vota. Abaixamos a luz para o clima de sala escura. Uma hora e meia a duas horas, ideal para encerrar um dia cinzento com suavidade.
Um capítulo cada um, por turnos, de um romance que agrade a toda a irmandade; os mais novos acompanham pelas imagens. Quinze minutos ou uma hora conforme a vontade, e uma história compartilhada que vale por muitas telas.
Nada para instalar: começa-se em um minuto, no celular ou no computador.
Para todas as idades: os pequenos procuram as pistas, os grandes conduzem o interrogatório.
Um tempo de tela ativo: lê-se, escreve-se e reflete-se.
O que basta para segurar a tarde: uma investigação se saboreia, depois emendamos com outra.
Os retornos que se repetem quando a chuva se instala.
Um domingo de chuva sem desenhos animados em looping: duas horas debatendo quem era o culpado.
Começamos todos juntos, até a pequena de seis anos procurava as pistas com a gente.
Enfim uma atividade de interior que entretém os adolescentes sem que eu precise me envolver.
Escolha um caso e acomode-se confortavelmente: a investigação começa. As três primeiras são gratuitas, o que basta para salvar mais de uma tarde cinzenta.
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